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quarta-feira, 17 de março de 2010

Ser petista não é escolha

Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.

O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade! - Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!! Palavras do Senhor !!!.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

um dia a gente acorda...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Conselho:

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais, perdemos tempo demais em relações virtuais, e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores,

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver;

Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;

Escrevemos mais, mas aprendemos menos;

Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;

Do homem grande, de caráter pequeno;

Lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na alma.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' a sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua família, seus amores, seus amigos, a pessoa que lhe ama e aquelas que estão sempre ao seu lado."

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Lembrete

'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira. ..

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, já se passaram 50 anos!Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo: não deixe de fazer algo de que gosta devido a falta de tempo;

a única falta que terá,

será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'



(Mario Quintana)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Estacione na Varanda...


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Fora SARNEY!


quarta-feira, 1 de julho de 2009

A esperteza do Lula

Lula visita a rainha da Inglaterra e lhe faz uma pergunta:

- Majestade, como consegue escolher ministros tão maravilhosos?

Sua majestade responde:

- Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa souberresponder, ela é capacitada a ser ministro.Vou lhe dar um exemplo.

A rainha manda chamar Tony Blair e pergunta:

- Mr. Blair, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?

Tony Blair responde

- Majestade, esse bebê sou eu.

Ela vira pra Lula:

- Viu só? Mereceu ser ministro.Lula, maravilhado, volta ao Brasil.

Chama a ministra Dilma Roussef elasca a pergunta:

- Companheira Dilma, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmãonem sua irmã. Quem ele é?

A ministra responde:

- Senhor Presidente, vou consultar nossos assessores e a base aliadae lhe trago a resposta, assim que possível.

E, ela sai a procura da resposta.

Ninguém sabe.Aconselham perguntar ao ex-presidente FHC, que é muito inteligente.Dilma liga pra FHC:

- Sr. Fernando Henrique, aqui é a Dilma Roussef.

Tenho uma perguntapara o senhor: se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã, quem é esse bebê?

O ex-presidente responde imediatamente:

- Ora senhora ministra, é lógico que esse bebê sou eu!

A ministra agradece e vai correndo levar a resposta ao Lula:

- Sr. Presidente, se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não émeu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique Cardoso...

Lula dá seu sorrisinho sabido e diz:

- Te peguei, companheira Dilma. Sua resposta está completamente errada... o bebê é o Tony Blair!

Sarney decide sair

01 de julho de 2009
SENADO
José Sarney decidiu renunciar à presidência do Senado. Ele oficializará essa posição hoje à noite quando conversar com Lula, que está chegando da África.
A decisão foi tomada hoje de manhã. Ontem, à noite, numa conversa com os filhos, também se disse decidido a sair da tormenta, renunciando. Os três filhos, Roseana, Sarney Filho e Fernando, apóiam a decisão. Marly, mulher de Sarney, é outra que pediu ao marido que saia de onde está.
Sarney espera que a renúncia bote fim na sequência de revelações sobre nepotismo que minaram sua capacidade de reação diante da crise. Com a renúncia, quer fazer valer a afirmação que fez num discurso na tribuna do Senado há duas semanas: "A crise não é minha, é do Senado". Saindo de cena, espera jogar no colo dos outros senadores a bomba da crise.
Mas e se Lula na conversa de hoje à noite pedir para Sarney ficar?
Segundo o que ficou acordado na reunião de hoje de manhã, Sarney não recuará. Dirá que está cansado, que quer sair. Embora seja impossível cravar que, diante de uma insistência de Lula, ele não volte atrás - e, politicamente, se aproveite disso.
Sarney assumiu a presidência do Senado (pela terceira vez) há quatro meses. Não teve um dia sequer de paz: a podridão do Senado emergiu com uma força incontrolável. Desde o seu primeiro mês na presidência, já vinha falando em sair.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Diferença!

A diferença entre o governo da Inglaterra e o do Brasil é uma questão de letras trocadas:

lá o governo é parlamentar...

E aqui é pra lamentar...

terça-feira, 23 de junho de 2009

Dar não é fazer amor - Luiz Fernando Veríssimo

Dar é dar.

Fazer amor é lindo,é sublime, é encantador,é esplêndido, mas dar é bom pra cacete.

Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nunca,te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais.

Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar.

Dar sem querer casar,sem querer apresentar pra mãe,sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.

Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral,te amolece o gingado, te molha o instinto.

Dar porquea vida de uma publicitária em começo de carreira é estressante, e dar relaxa.

Dar porque se você não der para ele hoje,vai dar amanhã, ou depois de amanhã.

Dar sem esperar ouvir promessas,sem esperar ouvir carinhos,sem esperar ouvir futuro.

Dar é bom, na hora. Durante um mês.

Para as mais desavisadas, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazia.

Dar é não ganhar.

É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.

É não ganhar uma mão no ombroquando o caos da cidade parece querer te abduzir.

É não ter alguém pra querer casar,para apresentar pra mãe,pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:

"Que cê acha amor?".

Dar é inevitável,dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda,muito mais do que qualquer coisa,uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão.

Esse sim relaxa,cura o mau humor,ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.

Se você for chata, suas amigas perdoam.

Se você for brava, suas amigas perdoam.

Até se você for magra, as suas amigas perdoam.

Mas... experimente ser amada."

Luis Fernando Veríssimo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Descentralização do dólar seria o fim da hegemonia americana?

A idéia de reduzir a influência do dólar nas negociações internacionais indica que o mundo já não quer o poder econômico concentrado nas mãos de uma só nação, como acontece com os Estados Unidos. Essa é a análise que o economista do Insper, Instituto de Ensino e Pesquisa, e colunista da BandNews FM, Marcelo Moura, faz da reunião do BRIC, bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia e China.
Apesar de considerar a proposta interessante, Marcelo Moura afirma que dificilmente ela seria aplicada em um curto prazo. A reunião do grupo que reúne as quadro grandes economias emergentes do mundo é mais um passo do Brasil rumo à liderança dos países da América Latina.
A opinião é da professora de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, Maria Lúcia Pádua Lima. Ela diz que o protagonismo do Brasil cresceu com a montagem do G20 para tratar de comércio internacional.
Segundo a professora de Economia da FGV, o grupo que representou uma surpresa para os Estados Unidos e a União Européia deu destaque ao país. Isso porque, o Brasil tem levado propostas que, mesmo contrárias aos interesses das nações desenvolvidas, são bastante construtivas. Entre os países do BRIC, o Brasil é o que tem o menor poderio militar, mas a professora da FGV, Maria Lúcia Pádua Lima, não acredita que isso atrapalhe o posicionamento no grupo.